
- Sessões com familiares juntos
- Objetivos construídos pelo grupo
- Configuração dos encontros avaliada ao longo do processo
Quando o que acontece entre as pessoas precisa ser cuidado junto
Alguns conflitos não pertencem apenas a um integrante. Mudanças de fase, separações, lutos, chegada de filhos, envelhecimento, diferenças na educação ou dificuldades de comunicação podem reorganizar toda a família. Na terapia familiar, parentes participam de sessões conjuntas para compreender o que acontece entre eles e construir formas possíveis de diálogo.
O atendimento não parte da ideia de encontrar “o problema da família” ou a pessoa culpada. Cada integrante pode viver a mesma situação de maneira diferente, e o processo busca dar lugar a essas perspectivas sem prometer concordância total.
Para quem pode fazer sentido
- famílias que repetem conflitos sem conseguir avançar na conversa;
- responsáveis e adolescentes que precisam reconstruir comunicação;
- famílias atravessando separação, mudança de casa ou país;
- reorganização de papéis diante de adoecimento ou envelhecimento;
- tensões sobre limites, autonomia e responsabilidades;
- momentos em que decisões importantes afetam várias pessoas.
Nem todo conflito indica terapia familiar, e nem toda configuração pode ser atendida em conjunto. Antes do início, Brunete avalia participantes, objetivos, disponibilidade e condições de segurança.
Como as sessões conjuntas funcionam
Brunete oferece sessões com familiares juntos. A composição pode incluir todos os envolvidos ou apenas alguns integrantes, conforme o foco definido. Nem todos precisam estar presentes em todos os encontros, mas mudanças de configuração são conversadas para evitar alianças ocultas e confusão sobre quem está sendo atendido.
No começo, são explicados objetivos, sigilo, circulação de informações, participação de adolescentes e limites do serviço. Cada pessoa tem espaço para falar, mas a psicóloga não atua como juíza, mediadora jurídica ou autoridade que impõe uma solução.
Família, casal e atendimento individual
Na terapia familiar, o foco está nas relações entre diferentes integrantes e na forma como o grupo se organiza. Na terapia de casal, o centro é o vínculo conjugal. Na psicoterapia individual, o trabalho acompanha a experiência de uma pessoa, ainda que a família apareça como tema.
Essas modalidades não são intercambiáveis. Quando mais de uma forma de cuidado é necessária, os papéis profissionais e os limites de informação precisam ficar claros. A definição é feita a partir da demanda, não apenas do número de pessoas presentes.
Adolescentes e responsáveis
Adolescentes podem participar de encontros familiares quando isso for pertinente. Para menores de 18 anos, autorização, participação dos responsáveis e limites do sigilo são explicados de acordo com as normas profissionais. O jovem deve receber informações compreensíveis e ter sua perspectiva considerada.
O serviço individual de Brunete para adolescentes começa aos 16 anos. Para entender esse formato, consulte psicoterapia para adolescentes.
Online ou presencial e primeiro contato
As sessões podem ocorrer online ou presencialmente em Santa Cecília, São Paulo. No formato online, é preciso combinar de onde cada pessoa participará, garantir que todos consigam ouvir e falar e avaliar privacidade e segurança.
No primeiro contato, informe apenas quem deseja participar, idades, modalidade e horários possíveis. Relatos extensos sobre conflitos não devem ser enviados por WhatsApp ou formulário antes que os combinados de confidencialidade estejam claros.
Experiência para escutar relações complexas
Brunete Gildin é psicóloga clínica, CRP 06/26716, com 38 anos de experiência. Seu trabalho respeita a singularidade de cada integrante e a autonomia do grupo, sem prometer reconciliação ou uma família sem conflitos. Saiba mais sobre Brunete.
Se sua família quer entender se esse formato é adequado, converse com Brunete. O contato inicial explica disponibilidade e próximos passos e não funciona como atendimento de emergência.
Quando intenção e mensagem não chegam do mesmo jeito
Brunete propõe um olhar para os mal-entendidos que aparecem quando aquilo que uma pessoa quis comunicar não é o que a outra conseguiu ouvir.
O primeiro passo pode ser uma conversa.
Entre em contato para esclarecer participantes, formato, disponibilidade e funcionamento. Não é preciso compartilhar detalhes clínicos por mensagem.
Perguntas frequentes
Todos os familiares precisam participar de todas as sessões?
Não necessariamente. A composição é combinada de acordo com a demanda, os objetivos e a segurança do processo, podendo ser revista ao longo do acompanhamento.
Qual é a diferença entre terapia familiar e terapia de casal?
A terapia de casal concentra-se no vínculo conjugal. A familiar considera relações e posições entre diferentes integrantes, mesmo quando um casal também faz parte da família.
Terapia familiar substitui a psicoterapia individual?
Não. São modalidades com focos distintos. Em algumas situações podem coexistir com profissionais diferentes e combinados claros; em outras, uma modalidade é mais adequada.
A psicóloga dirá quem está causando o problema?
Não. O trabalho não procura um culpado ou transforma uma pessoa no problema da família. Busca compreender interações, contextos, necessidades e responsabilidades.
Adolescentes podem participar das sessões familiares?
Sim, quando isso for pertinente e cuidadosamente combinado. Autorização, assentimento, sigilo e informações adequadas à idade são esclarecidos antes do início.
A terapia familiar pode ser online?
Pode, se todos tiverem condições de participar com privacidade e segurança. Número de participantes, locais e conexão são avaliados antes das sessões.
Experiências compartilhadas no Google
Relatos pessoais sobre o trabalho de Brunete. Cada processo é singular e não representa promessa de resultado.
“A psicóloga Brunete Gildin é uma profissional extremamente atenciosa, ética e acolhedora. Desde o primeiro atendimento, transmite segurança e empatia, criando um ambiente confortável para falar sobre qualquer tema. Sua escuta é sensível e suas orientações são claras, sempre respeitando o tempo e a individualidade do paciente.”
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“Ter a oportunidade de ser ouvido e ouvir-se está sendo, simultaneamente, um desafio libertador. Narrar-se, ver-se e conhecer a si mesmo faz parte do longo e conflitante processo de vivência humana.”
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“Sou de Goiás e optei pela terapia online, encontrei a Dra. Brunete Gildin. Ela tem me ajudado a me olhar com mais carinho e coragem [...] Hoje me sinto mais segura no meu trabalho, no meu relacionamento com as pessoas, e comigo mesma.”
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