
- Atendimento somente a partir de 16 anos
- Autorização de responsável para menores de 18
- Sigilo e exceções explicados no início
Um espaço próprio em uma fase de muitas mudanças
A adolescência pode reunir novas escolhas, mudanças no corpo, busca de autonomia, relações intensas e dúvidas sobre pertencimento, estudos, família ou futuro. Brunete oferece psicoterapia a partir de 16 anos, sem presumir que todo conflito seja um transtorno ou que exista uma maneira única de atravessar essa fase.
O atendimento individual cria um espaço para o adolescente falar em seu ritmo e construir objetivos que façam sentido para sua vida. A psicóloga não ocupa o lugar da família, da escola ou de uma autoridade disciplinar.
Situações que podem motivar a procura
- ansiedade, tristeza ou isolamento que preocupam o adolescente;
- conflitos familiares ou dificuldade de conversar em casa;
- mudanças de escola, cidade, país ou grupo de amigos;
- pressão por desempenho e decisões sobre estudo e futuro;
- questões de autoestima, identidade, limites e relações;
- luto, separação dos responsáveis ou outras transições.
Esses exemplos não servem para autodiagnóstico. Quando há sintomas intensos, risco, suspeita de condição médica ou necessidade de avaliação complementar, Brunete conversa com o adolescente e os responsáveis sobre a rede de cuidado adequada.
Responsáveis, autorização e sigilo
Para adolescentes de 16 ou 17 anos, a autorização de ao menos um responsável é organizada antes do início, de acordo com as normas profissionais aplicáveis. Esta página apresenta o funcionamento geral e não substitui orientação específica sobre uma situação particular.
O sigilo é indispensável para que o adolescente tenha um espaço de confiança. Ao mesmo tempo, sigilo não significa segredo absoluto diante de risco ou necessidade de proteção. No começo do processo, Brunete explica ao adolescente e aos responsáveis quais são os limites e como uma eventual comunicação será conduzida. Quando for necessário compartilhar algo, a orientação é restringir a comunicação ao que for essencial para o cuidado.
Os responsáveis podem participar da conversa inicial e de encontros pontuais quando houver pertinência. Isso é diferente de terapia familiar, na qual a relação entre os integrantes e a participação conjunta são o foco do atendimento.
Como começa
- Contato prático: o responsável informa idade, modalidade e disponibilidade, sem enviar detalhes clínicos extensos.
- Conversa de organização: Brunete explica autorização, sigilo, participação dos responsáveis, valores e formato.
- Escuta do adolescente: o jovem também precisa compreender o processo e poder apresentar sua perspectiva.
- Objetivos possíveis: os focos são construídos conforme a necessidade e revistos ao longo do acompanhamento.
O atendimento pode ser online, se houver privacidade e segurança, ou presencial em Santa Cecília, São Paulo. A adequação do formato é avaliada individualmente.
Quem conduz o processo
Brunete Gildin é psicóloga clínica, CRP 06/26716, com 38 anos de experiência. Seu compromisso é respeitar o adolescente como sujeito, manter comunicação clara com a família e reconhecer os limites de sua atuação. Saiba mais sobre Brunete.
Primeiro passo para a família
Para entender disponibilidade e funcionamento, converse com Brunete. Envie apenas idade, modalidade e horários possíveis. Em risco imediato, procure um serviço de emergência; formulário e WhatsApp não atendem urgências.
Terapia é para mim?
Este vídeo pode ajudar adolescentes e responsáveis a iniciarem uma conversa sobre psicoterapia sem exigir que todas as respostas já estejam organizadas.
O primeiro passo pode ser uma conversa.
Entre em contato para esclarecer participantes, formato, disponibilidade e funcionamento. Não é preciso compartilhar detalhes clínicos por mensagem.
Perguntas frequentes
Brunete atende adolescentes de qualquer idade?
Não. Este serviço é oferecido somente a adolescentes a partir de 16 anos. Para pessoas mais novas, a família deve buscar um profissional que atenda essa faixa etária.
Um responsável precisa autorizar o atendimento?
Para adolescentes de 16 ou 17 anos, a autorização de ao menos um responsável é organizada antes do início, conforme as normas profissionais. Os combinados são explicados à família e ao adolescente.
Os responsáveis saberão tudo o que for dito na sessão?
Não. O sigilo protege o espaço do adolescente. Seus limites e as situações de proteção que podem exigir comunicação são explicados no início, compartilhando apenas o necessário.
Os responsáveis participam das sessões?
Podem participar de conversas iniciais ou pontuais quando isso for pertinente e combinado. O atendimento individual preserva um espaço próprio para o adolescente.
Posso contar detalhes do adolescente pelo WhatsApp?
O ideal é usar a mensagem inicial apenas para idade, disponibilidade e informações práticas. Relatos clínicos e conflitos familiares devem aguardar um ambiente apropriado.
O atendimento pode ser online?
Sim, conforme avaliação de adequação, privacidade e segurança. Também há atendimento presencial em São Paulo, de acordo com a disponibilidade.
Experiências compartilhadas no Google
Relatos pessoais sobre o trabalho de Brunete. Cada processo é singular e não representa promessa de resultado.
“A psicóloga Brunete Gildin é uma profissional extremamente atenciosa, ética e acolhedora. Desde o primeiro atendimento, transmite segurança e empatia, criando um ambiente confortável para falar sobre qualquer tema. Sua escuta é sensível e suas orientações são claras, sempre respeitando o tempo e a individualidade do paciente.”
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“Ter a oportunidade de ser ouvido e ouvir-se está sendo, simultaneamente, um desafio libertador. Narrar-se, ver-se e conhecer a si mesmo faz parte do longo e conflitante processo de vivência humana.”
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“Sou de Goiás e optei pela terapia online, encontrei a Dra. Brunete Gildin. Ela tem me ajudado a me olhar com mais carinho e coragem [...] Hoje me sinto mais segura no meu trabalho, no meu relacionamento com as pessoas, e comigo mesma.”
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