Psicoterapia para adolescentes · a partir de 16 anos

Psicoterapia para adolescentes a partir de 16 anos

Atendimento psicológico para adolescentes de 16 e 17 anos, com orientação clara sobre participação de responsáveis, sigilo e funcionamento das sessões.

CRP 06/26716 38 anos de experiênciaOnline e presencial em São Paulo
Retrato profissional da psicóloga Brunete Gildin
Primeiro contatoInformações sem compromisso
Resposta direta

Como funciona a psicoterapia para adolescentes?

Brunete atende adolescentes a partir de 16 anos em um espaço de escuta próprio, com objetivos compatíveis com essa fase da vida. Para menores de 18 anos, autorização e participação dos responsáveis são organizadas antes do início, e os limites do sigilo são explicados com clareza.

  • Atendimento somente a partir de 16 anos
  • Autorização de responsável para menores de 18
  • Sigilo e exceções explicados no início
Entenda o momento

Um espaço próprio em uma fase de muitas mudanças

A adolescência pode reunir novas escolhas, mudanças no corpo, busca de autonomia, relações intensas e dúvidas sobre pertencimento, estudos, família ou futuro. Brunete oferece psicoterapia a partir de 16 anos, sem presumir que todo conflito seja um transtorno ou que exista uma maneira única de atravessar essa fase.

O atendimento individual cria um espaço para o adolescente falar em seu ritmo e construir objetivos que façam sentido para sua vida. A psicóloga não ocupa o lugar da família, da escola ou de uma autoridade disciplinar.

Adolescente em uma conversa de acolhimento

Cada processo é singular e não há promessa de resultado ou prazo.

Situações e contextos

Situações que podem motivar a procura

  • ansiedade, tristeza ou isolamento que preocupam o adolescente01
  • conflitos familiares ou dificuldade de conversar em casa02
  • mudanças de escola, cidade, país ou grupo de amigos03
  • pressão por desempenho e decisões sobre estudo e futuro04
  • questões de autoestima, identidade, limites e relações05
  • luto, separação dos responsáveis ou outras transições.06

Esses exemplos não servem para autodiagnóstico. Quando há sintomas intensos, risco, suspeita de condição médica ou necessidade de avaliação complementar, Brunete conversa com o adolescente e os responsáveis sobre a rede de cuidado adequada.

Do contato ao acompanhamento

Como o atendimento começa aos 16 ou 17 anos?

Conhecer as formas de contato
Etapa 1 de 4

Conversa com responsáveis

Antes do início, são esclarecidos idade, autorização, modalidade e condições do atendimento.

Percurso em etapas

Como começa?

  1. Contato prático: o responsável informa idade, modalidade e disponibilidade, sem enviar detalhes clínicos extensos.
  2. Conversa de organização: Brunete explica autorização, sigilo, participação dos responsáveis, valores e formato.
  3. Escuta do adolescente: o jovem também precisa compreender o processo e poder apresentar sua perspectiva.
  4. Objetivos possíveis: os focos são construídos conforme a necessidade e revistos ao longo do acompanhamento.

O atendimento pode ser online, se houver privacidade e segurança, ou presencial em Santa Cecília, São Paulo. A adequação do formato é avaliada individualmente.

Informações práticas

O que é importante saber antes de começar?

Modalidade, participantes e limites do atendimento são combinados com clareza desde o primeiro contato.

Como funcionam autorização e sigilo?

Para adolescentes de 16 ou 17 anos, a autorização de ao menos um responsável é organizada antes do início, de acordo com as normas profissionais aplicáveis. Esta página apresenta o funcionamento geral e não substitui orientação específica sobre uma situação particular.

O sigilo é indispensável para que o adolescente tenha um espaço de confiança. Ao mesmo tempo, sigilo não significa segredo absoluto diante de risco ou necessidade de proteção. No começo do processo, Brunete explica ao adolescente e aos responsáveis quais são os limites e como uma eventual comunicação será conduzida. Quando for necessário compartilhar algo, a orientação é restringir a comunicação ao que for essencial para o cuidado.

Os responsáveis podem participar da conversa inicial e de encontros pontuais quando houver pertinência. Isso é diferente de terapia familiar, na qual a relação entre os integrantes e a participação conjunta são o foco do atendimento.

Quem conduz o processo?

Brunete Gildin é psicóloga clínica, CRP 06/26716, com 38 anos de experiência. Seu compromisso é respeitar o adolescente como sujeito, manter comunicação clara com a família e reconhecer os limites de sua atuação. Saiba mais sobre Brunete.

Qual pode ser o primeiro passo?

Para entender disponibilidade e funcionamento, converse com Brunete. Envie apenas idade, modalidade e horários possíveis. Em risco imediato, procure um serviço de emergência; formulário e WhatsApp não atendem urgências.

Brunete explica em vídeo

Terapia é para mim?

Este vídeo pode ajudar adolescentes e responsáveis a iniciarem uma conversa sobre psicoterapia sem exigir que todas as respostas já estejam organizadas.

Terapia é para mim?Vídeo com a psicóloga Brunete Gildin · 1:02 · setembro de 2025Assistir no YouTube
Perguntas frequentes

O que você talvez queira saber antes do primeiro contato

Respostas diretas sobre funcionamento, participantes, modalidades e limites do atendimento.

Fazer outra pergunta
Brunete atende adolescentes de qualquer idade?

Não. Este serviço é oferecido somente a adolescentes a partir de 16 anos. Para pessoas mais novas, a família deve buscar um profissional que atenda essa faixa etária.

Um responsável precisa autorizar o atendimento?

Para adolescentes de 16 ou 17 anos, a autorização de ao menos um responsável é organizada antes do início, conforme as normas profissionais. Os combinados são explicados à família e ao adolescente.

Os responsáveis saberão tudo o que for dito na sessão?

Não. O sigilo protege o espaço do adolescente. Seus limites e as situações de proteção que podem exigir comunicação são explicados no início, compartilhando apenas o necessário.

Os responsáveis participam das sessões?

Podem participar de conversas iniciais ou pontuais quando isso for pertinente e combinado. O atendimento individual preserva um espaço próprio para o adolescente.

Posso contar detalhes do adolescente pelo WhatsApp?

O ideal é usar a mensagem inicial apenas para idade, disponibilidade e informações práticas. Relatos clínicos e conflitos familiares devem aguardar um ambiente apropriado.

O atendimento pode ser online?

Sim, conforme avaliação de adequação, privacidade e segurança. Também há atendimento presencial em São Paulo, de acordo com a disponibilidade.

Avaliações no Google

Experiências com o trabalho de Brunete

Relatos pessoais sobre o trabalho de Brunete. Cada experiência é individual e não representa promessa de resultado.

Escuta e acolhimento

A psicóloga Brunete Gildin é uma profissional extremamente atenciosa, ética e acolhedora. Desde o primeiro atendimento, transmite segurança e empatia, criando um ambiente confortável para falar sobre qualquer tema. Sua escuta é sensível e suas orientações são claras, sempre respeitando o tempo e a individualidade do paciente.

Autoconhecimento

Ter a oportunidade de ser ouvido e ouvir-se está sendo, simultaneamente, um desafio libertador. Narrar-se, ver-se e conhecer a si mesmo faz parte do longo e conflitante processo de vivência humana.

Terapia online

Sou de Goiás e optei pela terapia online, encontrei a Dra. Brunete Gildin. Ela tem me ajudado a me olhar com mais carinho e coragem [...] Hoje me sinto mais segura no meu trabalho, no meu relacionamento com as pessoas, e comigo mesma.

Um próximo passo possível

Um primeiro contato claro para adolescentes e responsáveis.

Converse com Brunete sobre o atendimento a partir de 16 anos e entenda como os combinados são organizados.

Conversar pelo WhatsAppVer outras formas de contatoNão é preciso enviar informações clínicas ou íntimas por mensagem.
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